segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Chega!


Então hoje estive pensando em uma frase de Sócrates que dizia o seguinte:
"O caminho mais grandioso para viver com honra neste mundo é ser a pessoa que fingimos ser."
Sabe?
Me deu uma canseira de ver com pessoas que apenas "dizem ser que são", mas na verdade não chegam nem a metade disso...
Eu sei que não consigo mudar as pessoas, nem tenho mais nenhuma pretensão nesse sentido, apenas resolvi relaxar e se quero mudanças terei que eu mesma começar a mudar...
Então
Sai pra lá todo aquele que não valoriza o empenho em uma amizade!
Sai pra lá todo aquele que de tão míope, tem uma visão deturpada do próprio umbigo!
Sai pra lá todo aquele que se esconde na sua própria fraqueza, esperando compaixão e morrendo na sua inércia!
Sai pra lá todo aquele que dedica-se a parecer "alguém de bem" sem entender que não fazer o mal não significa fazer o bem!
Sai pra lá todo aquele que por mera preguiça prefere adotar o preconceito como forma de conceito e ainda defende essa ideia!
Sai pra lá todo aquele que por medo, prefere adotar um comportamento politicamente correto e enterra suas ideias, apenas para ser aceito!
Sai pra lá todo aquele que não pratica o que ecoa em suas palavras!

Minha energia não está mais direcionada para esse tipo de pessoa, e me sinto bem liberta com isso!
Sejam bem-vindos aqueles que são autênticos, que acreditam em si mesmos, que lutam por seus sonhos, que são ativos em suas ideias...
Vamos ser honestos como define o velho e bom Sócrates, lutando todo dia, para estarmos o mais próximo possível de nosso ideal de pessoa...
É isso ai!




quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Sobre a Felicidade


Todo mundo quer ser feliz, isso é óbvio.

Mas acredito que o grande erro é enxergar a felicidade como um objetivo final, apenas uma meta a ser alcançada. Pensem comigo: já não houve ocasiões onde você tinha um objetivo super definido, e ai batalhou tanto por ele, por algum tempo e, de repente, quando você atinge este objetivo, o "day after" fica um tanto quanto vazio, porque você se pergunta: e agora, o que eu vou fazer? Que objetivo vou buscar pra suprir o vazio deste que acabei de atingir?

A felicidade não pode ser apenas um objetivo a ser atingido e posteriormente superado.

Acredito que é um processo principalmente de auto conhecimento e de doação... mas não doação para os outros e sim, a nós mesmos.

Acumulamos ao longo da vida tantas e tantas expectativas, muitas delas frustradas - a maior parte delas - e aprendemos rapidamente a nos punir por isso, reduzindo a zero nossa estima por muitas vezes. Mas, essa é a ordem natural das coisas.

Vai haver mais erros que acertos. Isso acontece desde o processo de concepção até o de morte.

Mas o nosso foco continua no erro e essa visão do erro pura e simples nos faz aprender, muitas vezes... mas, na grande maioria das vezes nos faz ter medo.

E ai junta-se a expectativa, o erro e o medo como grandes montanhas que nos bloqueiam o caminho da felicidade...

essa felicidade que que a gente acha que é uma meta.

Mas a felicidade na verdade é o caminho que seguimos, com suas dificuldades, sua beleza, seus caprichos. Não há nada inatingível nisso... só existe e a gente não reconhece.

Quando falo que é um ato de doação, quero dizer que devemos nos dar oportunidades de vê-la a nossa frente e reconhecê-la. Oportunidades. Só isso.

Diga pra mim quem nunca, depois da morte de alguém querido, se lembrou de um momento e sorriu se sentindo bem... mas quando a pessoa estava lá, não passou de uma cena corriqueira.

Por que que a gente tem que passar pelo erro, pela dor para ver que lá atrás fomos um tanto felizes?

Vamos prestar atenção.

Não há mal nenhum em querer sempre. Mas não devemos ficar míopes olhando lá na frente em busca do "e foram felizes para sempre", ignorando momentos, pessoas e atos que já nos podem deixar felizes.

A gente tem dificuldade de ver as coisas simples.... a gente não acredita... prefere dar uma complicada básica para justificar porque a gente não vê. Quantas vezes a gente não faz isso?

Eu não estou passando pelo melhor momento de minha vida agora, mas não posso admitir que sou infeliz por isso. Existe toda uma bagagem minha e de pessoas queridas que sei que vai me ajudar nesse processo, nessa passagem, nesse momento. E se eu tenho isso, como posso encher a boca para falar que sou infeliz?

Volto a dizer aqui que a felicidade depende de nós mesmos, de como escolhemos ver as coisas. E nesse momento, eu escolho ver que sou feliz por ter a família que tenho, os amigos que tenho, a criação que tive, a eduacação que tive e que vão me ajudar, e muito, a rir de tudo isso depois.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Aff


Gente!
Hoje estou numa inquietação sem tamanho: quero ver gente, falar com gente, ir para lugares diferentes... aff
Esse lance de estar parada em casa (entre aspas porque estou a procurar emprego por aqui), me deixa doida... acho que estou virando "Amélia". Ai meu Jesus Cristinho!
Espero que nesse final de semana possa me deslocar um pouco mais... espirar um ar menos viciado enfim... espairecer um pouco!
Doida, doida doooida!