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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2010


Esta virada de ano passarei sozinha.
Mas passarei bem feliz! 2010 não foi bolinho não... muita coisa aconteceu, tudo mudou.
Tive muitas perdas, mas acredito que sempre é necessário estar embaixo, para iniciar uma subida.
Estou acreditando muito em 2011! Estou trabalhando em uma empresa decente, diferente e que já está, em tão pouco tempo me dando reais possibilidades de tranquilade, de sucesso.
Também teve a história do rompimento do meu namoro da forma mais cafajeste possível, mas que foi legal, porque definitivamente o Fenrir era uma pessoa que na minha vida não somava, apenas me puxava mais para baixo. Sim, eu digo isso porque só foi nós terminarmos para que as coisas começassem andar para mim rapidamente que até assusta!
Estou vendo um apartamento lindo, lindo de viver para morar (eu nunca morei em um tão bonito!), possuo agora a maior equipe de vendas da empresa (presente de natal), e acho que estou me acertando com a pessoa que mais marcou minha vida (vamos nos dar essa oportunidade?rs).
Enfim... a era das bruxas acabou! estou feliz pelo que poderá ser de 2011 e tenho certeza que será demais!
E a única promessa que faço pra mim mesma de final de ano é: no final do ano que vem curtir a virada em um lugar legal, diferente do lado de gente que eu amo.
É isso!
Um ótimo ano para todos!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

I´m back!


Em uma situação completamente diferente, mas estou de volta! Foram meses bem sofridos, mesmo, mesmo... várias situações para superar, novas situações para viver e outras situações em que tive de abandonar... deixar para trás mesmo.
Mudei para o Rio Grande do Sul.
Neste momento, estou digitando de luvas pois o frio é terrível e não há como fazer de outro jeito... estou congelando! Consegui um bom trabalho por aqui: agora sou gerente comercial de uma empresa que fabrica móveis para exteriores... chique não? Tive que deixar meu cafofo de São Paulo, para viver (provisoriamente) com minha irmã... deixei meus gatinhos para trás e não vejo a hora de traze-los e bem... deixei namorado pra trás... mas isso a gente acerta depois...
Estou em uma fase que eu nem sei muito bem o que fazer, de tanta coisa que tenho que fazer... mas estou voltando a sorrir... acho que logo ficarei satisfeita... por enquanto, voltar a sorrir é suficiente

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O mundo corporativo está doente e as pessoas não podem mais ser elas mesmas


Mais um texto em que concordo em gênero, número e grau:


O sacrifício em nome dos resultados e das metas da empresa sempre vale a pena, mesmo que isso envolva a família, os amigos e a saúde. Férias de 30 dias? Insanidade. Como a equipe vai sobreviver? O descanso deve ser picado ao longo do ano. Já o celular corporativo nunca pode ser desligado. E se o cliente ligar da Europa? No mundo globalizado, é necessário se adaptar a todos os fusos horários.Verifica-se que não é mais permitido ser simplesmente você mesmo. Existem hoje cursos para se sair bem em entrevistas de emprego. As pessoas são treinadas para aparentarem super profissionais, de forma que comparecem a processos seletivos com respostas feitas e gestos pré-concebidos.
Mundo doenteAlguém já parou para pensar nos sacrifícios que estão sendo feitos pelo ser humano, em nome do emprego? "O mundo corporativo está doente", garante a psicanalista e diretora executiva da Lens & Minarelli, Mariá Giuliese, autora do livro "Será mesmo que você nasceu para ser empregado? - O mal estar no mundo corporativo", publicado pela Editora Gente.Mariá lembra que o mercado de trabalho está cada vez mais desorganizado, focado predominantemente em resultados, metas e lucro. As questões humanas estão sendo abandonadas, aos poucos. "Existe uma competitividade dentro das empresas e também fora delas, no mercado de trabalho", diz. "Exige-se que as pessoas estejam sempre superando seus limites, sempre fazendo mais e melhor. Mas todos têm limites. É como se houvesse uma negação da questão humana. Isso causa sofrimento. O funcionário adoece e, com o tempo, a própria empresa adoece".
Segundo ela, quando a empresa fica "doente", acaba perdendo seus melhores talentos. "Somente depois dessas perdas, as organizações começam a fazer um esforço enorme para reter as pessoas. E esse grande esforço envolve estratégias de manipulação e sedução dos profissionais, no lugar de dar as condições reais para que estes se desenvolvam. O resultado é que a empresa perde produtividade e lucro".Profissionais descrentesPara Mariá, um dos principais problemas, atualmente, são os belos discursos das organizações, cada vez mais distantes da realidade. Mas as promessas são capazes de encher os funcionários de esperança. Surgem então as frustrações, os desapontamentos, e os discursos caem no vazio, a ponto de ninguém mais acreditar neles."Por exemplo, muitas empresas afirmam que acolhem e incentivam a diversidade. Mas, quando um funcionário diz algo que contraria seu gestor, ou mostra uma maneira diferente de ver as coisas, acaba sendo punido (de forma escancarada ou não). No fundo, as empresas preferem que todo mundo seja igual e pense igual, que todos funcionem da mesma forma e aceitem as concepções do principal executivo. As pessoas podem não aceitar tudo, mas espera-se que elas não demonstrem essa não-aceitação de forma contundente. É preciso obedecer", analisa.
A expectativa do outroO mundo corporativo de hoje valoriza os profissionais com habilidades políticas. Não raro, as competências técnicas são deixadas de lado. Isso dá vazão à falsidade. Os profissionais correm o risco de perder sua identidade? Alguns podem estar indo por este caminho, já que, segundo a diretora da Lens & Minarelli, no trabalho, é evidente o esforço das pessoas para atender as expectativas de segundos ou terceiros, e não as suas próprias. "Por medo de perder o emprego, elas sentem a necessidade de atender os desejos dos outros e, se não o fazem, acabam excluídas pelo próprio grupo".A avaliação de desempenho é um dos mecanismos que levam os profissionais a, conscientemente ou não, se esforçarem para atender a expectativa alheia. "É também uma ferramenta usada para manipular, tirar da frente quem incomoda e valorizar os que entram nas regras do jogo".Essa seleção um tanto quanto darwinista começa já no processo seletivo, quando os gestores fazem um desenho do profissional desejado. "Eles esperam que o contratado seja de determinada universidade e tenha determinados conhecimentos e experiências, entre outras características", explica.Dá para viver assim?Quanto tempo uma pessoa suporta tamanha pressão? Quanto tempo ela consegue esconder sua verdadeira personalidade? Mariá não tem uma resposta, mas afirma que somente é possível sobreviver no mundo corporativo se as renúncias feitas pelos profissionais, em nome do emprego, não forem vitais a eles. "Creio que não dê para renunciar totalmente seu jeito de ser durante muito tempo".A solução, em sua opinião, passa pela conscientização dos líderes. "Se a empresa começar a funcionar de acordo com seu discurso, já é meio caminho andado, porque os discursos são sempre bonitos. Além disso, os funcionários não podem ser punidos por expor ideias discordantes", afirma. "As organizações precisam ainda aprender a explorar o que cada um tem de melhor, no lugar de exigir o que as pessoas não têm. Não há nada mais cruel para o ser humano do que pretender dele algo que não possa dar. Cada um tem suas competências, vocações e interesses. Respeitando isso, haverá menos gente "doente" nas empresas".


por Karyn Sato - Revista InfoMoney

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Vida Nova!



Pessoas!

Estive e vou estar um tanto ausente desse blog. Mudei de emprego há duas semanas e, sem internet em casa, fica difícil postar algo.
Emprego novo sempre é uma m bem grande, você é escolhido por saber muitas coisas, mas quando chega lá não sabe nadica de como são as coisas na empresa e fica perdido, perdido...
Mas, estou me acostumando... consegui resolver algumas coisas...
Comprei minha super camera digital também! Estou super feliz com essa aquisição! Sério!
Sempre que me afasto daqui, parece que as coisas acontecem mais rapidamente!
Enfim, tentarei manter contato!
Abraços à todos!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Saco, saco, saaaaco!


Sabe o que mais me torra nessa situação toda - vende não vende - que a empresa está passando? A porra do silêncio. A porra da incerteza de quão perto está dessa situação toda acabar. Ninguém fala nada. Rádio peão rola solto. Mas a alta direção não se posiciona, não fala absolutamente nada. Hoje a sensação que reina em todos por aqui, é de querer liberdade para dar um jeito na vida e logo. Caceta do dinheiro - tô no barco porque não abro mão de receber cada vintém que trabalhei para ter. Enfim... como moça de planejamento faço planos. Todo plano tem início, meio e fim. Tá difícil iniciar alguma coisa sem saber quando posso propriamente começar: "Ah a vaga me interessa sim. Quando posso começar? Bem, deixa eu consultar o Tarot". É pra rir. Estou com o saco do tamanho da Lua. Nunca me vi tão impaciente como nesses dias... aprendi ao longo da vida a lidar com as mudanças... mas vamos combinar: nessa semana já tive que rever os meus pelo menos umas cinco vezes, a cada notícia que vazava...ninguém merece.

Não estou nem aí e nem quero nesse momento entender o que devo aprender: meu saco tá cheio, não abro mão do que tenho a receber (imprescindível para a continuidade do plano) e só quero que isso se resolva logo...

Tudo isso está me dando um nojo do tamanho do mundo. Agora é pelo vil metal. E se tem que ser,então, fodam-se.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O que você aprende...


Todos nós, reles mortais que temos sonhos e planos que, em maior ou menor grau, dependem de dinheiro, de reservas... Então, se você quer atingir esses objetivos e tem moral e boa razão, sabe que a única forma de atingi-los é por meio do trabalho. Você investe, usa reservas que tem (e muitas vezes que não tem) para melhorar, para trabalhar em algo que permita receber o mínimo viável para, pelo menos, manter o plano inicial.
Você estuda vinte, trinta anos de sua vida se preparando para que um dia possa ter a tranquilidade de viver uma velhice decente.
Então você aprende que o desenvolvimento humano é essencial para que uma empresa possa mantê-lo em seu quadro de funcionários; amadurece, aprende a respeitar ainda mais ao próximo, mais do que seus pais ensinaram (é o tal o politicamente correto), para que possa manter seu lugar ao Sol.
Você permanece vários anos dentro de uma empresa, lutando junto com eles para o sucesso, comemorando as vitórias e se afligindo com as derrotas... Então por causa da falta de todos os valores que teve que aprender ao longo de sua vida para sobreviver no mercado, o proprietário da empresa resolve (por falta de sonhos talvez, porque já tem tudo o que precisa), que não quer mais brincar de competir no mercado.
Esse mesmo proprietário negocia a marca e os produtos da empresa; terá um bom ganho... E talvez aumente sua fortuna pessoal na casa de mais alguns milhões. Ele negociou a marca, os produtos. Você estava lá no escritório – você e tantos outros. Mas ele não lhe viu. A diferença entre você e uma mesa do escritório que necessitará de ser descartada, para ele, é mínima. Você é apenas uma coisa. E quem se importa com seus planos? Às favas com eles!
Você aprende então, que quando é funcionário, tudo o que lhe foi ensinado serve apenas para que consiga suportar tudo aquilo que o proprietário não precisa saber (ou pelo menos praticar), para que o plano inicial não seja desviado tanto assim.
Mas você está na rua. Você e todos aqueles que trabalharam durante anos com contigo. O que pode ser feito? Contas. Contas que possa garantir a você uma possibilidade de se manter até que você possa retornar ao tão suado plano inicial.
Nesse cenário todo, a lição mais importante que você pode aprender (sim, você não é proprietário, logo deve continuar aprendendo), é que de fato, ninguém se importa. Os sonhos são seus, portanto, se vire.