Eh... depois de quase um ano, voltei a ir para o Cambridge que está bem diferente do era antes.
sábado, 30 de julho de 2011
Ontem foi legal!
Eh... depois de quase um ano, voltei a ir para o Cambridge que está bem diferente do era antes.
domingo, 24 de julho de 2011
Amigas!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
A dor é inevitável, o sofrimento opcional.

quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Anjos?
Talvez hoje diante de tantos problemas, a gente se torna incapaz de sorrir, e assim também a gente acaba perdendo a paisagem do caminho porque está focado na chegada.
Tem sido esse um período de bastante introspecção, de tristeza mesmo.
Mas se eu colocar a mão na cabeça, pequenas coisas estão acontecendo:
sexta-feira, 15 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Livre

Ok. Chega de Luto!
Já que estou livre, então vamos curtir essa liberdade... Cansei um pouco de pensar nos outros, agora vou voltar a pensar em mim!
Vamos seguir a ideia do mestre Fernado Pessoa!
A liberdade é a possibilidade do isolamento.
És livre se podes afastar-te dos homens, sem que te obrigue a procurá-los a necessidade do dinheiro, ou a necessidade gregária, ou o amor, ou a glória, ou a curiosidade, que no silêncio e na solidão não podem ter alimento.
Se te é impossível viver só, nasceste escravo.
Podes ter todas as grandezas do espírito, todas da alma:
és um escravo nobre, ou um servo inteligente: não és livre.
E não está contigo a tragédia, porque a tragédia de nasceres assim não é contigo, mas do Destino para si somente.
Ai de ti, porém, se a opressão da vida, ela própria, te força a seres escravo.
Ai de ti, se, tendo nascido liberto, capaz de te bastares e de te separares, a penúria te força a conviveres.
Essa sim, é a tua tragédia, e a que trazes contigo.
Nascer liberto é a maior grandeza do homem, o que faz o ermitão humilde superior aos reis, e aos deuses mesmo, que se bastam pela força, mas não pelo desprezo dela.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
A Uva Passa

Hoje fui visitar o meu grande amigo Diego, almoçar com ele. Como ele mora na zona norte de São Paulo e eu moro na zona sul, pode imaginar quanto tempo tive, até chegar a casa dele, para pensar. E por incrível que pareça, ao lembrar de um post anterior que havia colocado aqui... quando dizia que meu coração estava murcho. Então me veio na cabeça a imagem de uma uva passa. Dentro do metrô pude fazer diversas reflexões sobre a bichinha... eis algumas:
“Oi eu sou uma uva passa e embora eu não tenha uma aparência das melhores, no fundo no fundo sou um doce. Também sou super saudável e não consigo entender por que que todos preferem “me passar” em detrimento de qualquer outra coisa, como uma batatinha frita por exemplo, que faz mal ao coração. Sei que existem pessoas bem intencionadas, que tentam me inserir eu um contexto, misturando-me a outras coisas que são preferência da maioria, como arroz e farofa mas o final é o mesmo: sobro no prato. Existem determinadas épocas em que sou convidada a participar de ocasiões importantes e me esforço ao máximo para interagir com um peru, uma farofinha...pensando que talvez role alguma coisa, mas a história se repete: continuo sobrando no prato, indo para a lixeira e fazendo um caminho horroroso até o aterro sanitário. Bem, pelo menos tem gente bem intencionada, não é mesmo? Pior são aquelas pessoas que nos aceitam, em um belo pacotinho, nos colocam em um armário e nos fazem esperar por tempos, na esperança de nos querer um dia e o que acontece? Vamos do armário direto para a mal fadada lixeira, pois nosso prazo de validade venceu. E dá-lhe aterro sanitário. Ser uva passa não é fácil.” Eu, definitivamente, passo.
Ps: Diego, você é uma pessoa maravilhosa... bom saber que ainda posso contar com algumas pessoas e não me enganar sobre elas. Valeu a ajuda!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Vou seguindo

Aos poucos as fichas vão caindo e a gente se vê forçado a aceitar as coisas conforme elas vão acontecendo. Realmente eu não estava preparada para acumular mais esta perda, e cheguei a pensar, por um momento que o ciclo de perdas estava se encerrando. Estava acreditando em um novo ciclo, um ciclo de ganhos.
É difícil a gente conviver com o dia a dia disto: não falar ao telefone com ele mais, não esperar um e-mail na caixa de entrada, nem fazer nenhum projeto para o final de semana. Isso ainda faz as coisas doerem, mas a dor está menos aguda. A gente vai vestindo a fantasia que nos disponibilizam... Talvez seja a hora de voltar a vestir a fantasia workaholic, intelectual e auto-suficiente.
Não estou dizendo aqui que vou superar, porque me conheço, não vou. Ao contrário, vou colecionar mais esta ferida, a cicatriz futura, e ver o que poderei fazer com ela. Apenas me forjarei para que possa continuar a viver da melhor maneira que puder... que vier.
Afinal todos desejam ter uma vida plena, cheia de amor. Clamam por isso, mas quando existe a possibilidade, lá está o murinho para proteger de tudo isso.
Eu, definitivamente nunca fiz parte desse time; se amo, amo mesmo. Mas se é impróprio, se não é legal, paciência Lia, fica assim mesmo, do jeito que está.
Eu só não consigo entender como um cara dá oportunidades de reconciliação para tantas que o pisotearam e se afasta de quem as amou. Esse é o sapo que não consigo engolir... por que, comigo repete a história, alegando que não quer me ferir?
Enfim. Segue o jogo. Se eu quiser continuar a achar interessante jogar, tenho que contar que a vida me dê boas cartas.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
trust
There is no-one left in the world
That I can hold onto
There is really no-one left at all
There is only you
And if you leave me now
You leave all that we were
Undone
There is really no-one left
You are the only one
And still the hardest part for you
To put your trust in me
I love you more than I can say
Why won't you just believe?


