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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Relembrando


Bem estamos chegando no final do ano, e como sempre é bom poder relembrar o que foi essa ano que se passou, em detalhes. Não posso mesmo dizer que foi um bom ano, aliás, acredito que desde 2009 não tenho tido um bom ano, daqueles que possa dizer: "Nossa! Que legal! Mas enfim, acho que já criei uns calinhos por aqui, para passar este ano com menos angústia que no ano anterior... O ano de 2010 foi bravo, postei aqui várias coisas sobre isso... e olhando por esse prisma posso até arriscar dizer que este ano foi levemente melhor do que o anterior... e isso já é uma grande coisa!
Comecei meu ano novo sozinha, em uma cidade onde não conhecia ninguém, passei o ano novo mais triste que já tinha passado... senti falta de tanta coisa, mas lembro-me de prometer a mim mesma que isso não iria acontecer nunca mais comigo.
Alguns dias depois, reatei um relacionamento com um homem que tinha ficado na minha memória por longos anos, e claro que me senti muito feliz. Com ele veio a possibilidade de voltar para São Paulo... antes de chegar aqui os planos eram muitos. Mas quando cheguei, pude ver a verdadeira face de uma pessoa que conseguiu destruir em poucos meses toda uma história que tinha comigo, guardada com ternura, por muito tempo. Posso dizer com certeza que esta foi a pior decepção que tive em toda a minha vida. Não por não termos dado certo. Mas por esta pessoa se mostrar um canalha de primeira linha, sem escrúpulos que só tem olhos para admirar seu próprio umbigo. Realmente, não se parece em nada com aquele cara que havia namorado há tempos. Enfim. foi foda chorei pra caralho, mas esta foi uma ocasião onde, pela primeira vez pude me expor para meus irmãos, e isso serviu para eles entenderem um pouco mais como eu sou e, se perdi em um relacionamento com um cara, ganhei muito no relacionamento com meus familiares.
Depois veio um bonito projeto que tive a oportunidade de organizar, dei meu corpo e minha alma nisso e ficou tudo perfeito! Um evento de gala fantástico, que emocionou e deu alegria a pessoas muito queridas. Foram três meses de trabalho duro, mas que foi compensado em cada momento do evento e nada poderia pagar melhor cada lágrima de felicidade, cada sorriso e cada gesto de gentileza que estas pessoas direcionaram para mim, logo após o evento. Eu adoro a sensação de dever cumprido, gosto pra valer de ser útil, de fazer as coisas acontecerem e isso foi bom demais!
Depois conheci uma pessoa encantadora, o Samir... olha eu realmente tive vontade de conhecê-lo. Ele era um fofo, passar as horas conversando com ele me deixavam bem, fazia valer cada minuto de sono perdido...rs. Comecei mesmo a projetar algo legal, que rolasse entre nós, mas de um dia para o outro ele resolveu desaparecer, sem nenhuma justificativa, ou apenas com meias justificativas que até hoje coço a cabeça pra entender... Enfim,não posso forçar ninguém a gostar de mim e apesar de não entender patavina do que aconteceu com ele, não sinto raiva não... Penso que se não demos certo, pelo menos ele foi bom para mim enquanto estávamos juntos e isso me ergueu muito, sabe?
Teve também o lance da Malú: embora ela seja uma gatinha, provou ser a gatinha mais cachorrinha que eu conheço. Eu explico: fiquei um ano fora, ela ficou sozinha na casa da minha mãe que estava vazia na época. Tinha tudo pra sumir, como geralmente os gatos fazem quando não tem atenção. Mas ela me esperou a bonitinha e quando voltei ela se aproximou novamente e hoje estamos super unidas. Ela é realmente a minha companheirinha, eu amo minha gatinha!
Ah, minha amiga Vivi, conseguiu um lance freela pra mim que me ajudou financeiramente enquanto nada de mais sólido está aparecendo.
Estou dando aulas de canto para uma patotinha legal, toda de jovens (que eu adoro estar por perto) e consequentemente, voltei a tocar o cello e isso e demais!
Enfim,não posso dizer que meu ano foi péssimo, mas foi um ano onde pude valorizar as pessoas que me amam, meus irmãos que me apoiam e se não foi bom, ruim não foi. O Marcos Maruju até que tentou cagar meu ano, mas ele nem pra isso serve. É pequeno demais.
Entro o ano novo sem muitas expectativas mas também sem aquela sensação ruim de abandono, de tristeza e melancolia. Sinto que estou protegida de certa forma, e isso faz toda a diferença pra renovar as forças, ir a luta e mudar meu destino. De novo!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Silêncio


A decisão não foi minha.
A mim coube apenas a opção do silêncio...
Portanto, não me julgue se manifesto a ausência por aqui, da forma que eu acho que deve ser manifestada.
Pra você e por você, eu continuo em silêncio, certo?

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Só os ignorantes são felizes


Por uns dias atrás estive na Fnac; sou capaz de ficar horas a fio dentro daquele lugar, folheando os livros, vendo os dvds, cds, eletrônicos.... pra uma nerd como eu, aquele lugar é o paraíso!
Bem mas neste dia, pude ler, entre tantos livros que folheei um sobre Inteligência Emocional... existia um capítulo naquele livro que dizia que crianças que não são amparadas motivadas pelos pais mudam o foco para a escola, a fim de ter algum reconhecimento. Geralmente são crianças geniais, que se dão muito bem na escola mas que se tornam adultos infelizes pois, na verdade, tudo o que buscam é o reconhecimento de seu empenho e muitas vezes, diferente da escola, onde este reconhecimento vem por meio de notas e aprovações, na vida real, geralmente o reconhecimento é menos palpável ou até mesmo inexistente.
Me enxerguei naquele perfil.
Cresci sozinha, sendo observada pelos meus irmãos, que eram adolescentes e portanto sem maturidade nenhuma para suprir, o que meus pais, necessitados de trabalho e com tempo escasso não davam.
Lembro-me de que quando meus pais se separaram, todos ficaram abalados e eu afundei minha cabeça nos livros - aquele ano foi o melhor ano, até então, de minha existência na escola... fechei todas as disciplinas com nota máxima e recebi uma homenagem ao final do ano pelo meu desempenho.
Mais tarde, ao sofrer minha primeira decepção amorosa, também mergulhei com tudo a minha cabeça nos estudos a fim de passar no vestibular... aquilo mantinha minha cabeça ocupada e eu seria recompensada pelo meu esforço com uma aprovação... mais uma, que de fato ocorreu...
Sinto que durante toda a minha vida, sempre me utilizei desse canal para suprir uma deficiência de afeto em alguns momentos.
Lógico que isso gerou frutos... a percepção que as pessoas tem de mim é que sou uma mulher genial, com uma "puta bagagem", muito inteligente... e por isso não são dignas de estarem comigo.
De novo, isso acontece em minha vida... e sinto que a culpa é minha por deixar transparecer uma imagem que não corresponde o que eu sinto de verdade.
A verdade é que todo mundo quer ser aceito... e eu também quero.
Quero poder amar alguém livremente e deixar que esta pessoa tenha total liberdade para me amar.
Eu nunca imaginei que este caminho, que escolhi lá atrás, quando tinha uns 8 anos, fosse interferir tanto na minha vida afetiva como tem interferido. Eu, definitivamente, não tinha nenhuma intenção de afastar as pessoas de mim ao escolher este caminho... ao contrário... queria que as pessoas sentissem orgulho de mim, e que se sentissem bem por estar ao meu lado, que gostassem de compartilhar comigo as suas experiências sem verificar se elas são mais importantes que as minhas ou não... apenas compartilhar.
No alto dos meus 38 anos, vejo que valores que eu levei uma vida inteira para construir devem ser reavaliados... o problema é que posso sim, reavaliar, mas não consigo jogar fora a bagagem que possuo... não dá...porque está aqui dentro e eu não tenho como emburrecer...
Ao olhar pra aquela menina de oito anos, com uma vida miserável, pais alcoólatras, briguentos, que a consideravam mais uma em casa; lutando apenas para ser notada, abraçada sinto pena... porque seu eu pudesse, me abaixaria até ela e lhe falaria para não tentar uma fuga, mas pra mergulhar nos problemas, vivê-los, porque abraçando os livros você estará deixando cair dos seus braços, seus sonhos comuns... eles irão fugir de você pra sempre. As pessoas vão se afastar de você, porque sem querer, com estes livros você, menina, vai criar uma muralha bem alta em torno de si... e o máximo que as pessoas vão ver de você, é o conteúdo dos livros...
Digito este texto hoje com a mesa cheia de livros e o coração vazio de afeto.
É isso...

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Falsidade


"O caráter de um homem é formado pelas pessoas que ele escolheu conviver"
Sigmund Freud

É meu melhor amigo... nada como um dia após o outro...
O tempo é um remédio que quando existe a dor, torna-se amargo, difícil de engolir. mas o bichinho é eficaz...tira as traves que existem em nossos olhos e podemos então enxergar com clareza tanta coisa.
Que coisa feia é essa de se aproximar das pessoas por interesse, não?
Eu não falo aqui do interesse que seduz, que deixa a gente interessado... não não falo desse não, mas falo daquele que aproxima alguém por querer tirar vantagem de algo.
o que me deixa mais enojada é quando o preço dessas pessoas é baixo demais... não chegam ao menos a se valorizar... se vendem por qualquer coisa.
O estar curtindo de hoje não é sincero.
É interesse, puro e simples. Tanto que basta alguém assim se aproximar para que tudo comece a ir por água abaixo.
Parece que estou vendo esta história novamente acontecer. E sempre!
Me compadeço das pessoas que nesse momento estão entrando em um inferno, simplesmente por acreditar em lobos em pele de cordeiro
Novamente digo aqui que não adianta bater no peito dizendo ser bom, quando apenas acha que não faz mal a ninguém.
Porque faz, faz sim.
Engana ao passar uma imagem turva de personalidade onde as pessoas só percebem o mal que foi feito quando ele entra na sua vida, hospeda-se na sua casa sem data de retorno.
Eu lastimo pelas vezes e pelo tempo que fui enganada por pessoas assim. Que se venderam, vestindo uma imagem de santinho para depois de golpear pelas costas.
Mas ainda acredito que no fundo, eu tenho vantagem nisso... porque não preciso carregar nenhuma culpa.
Posso ter sim me machucado. Mas minhas feridas curam-se e meu caráter continua intacto.
Hoje vejo que certas pessoas que se dizem vítimas de gente que só lhe fez mal, na verdade foi apenas um reflexo de seu caráter.
É isso.



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Chega!


Então hoje estive pensando em uma frase de Sócrates que dizia o seguinte:
"O caminho mais grandioso para viver com honra neste mundo é ser a pessoa que fingimos ser."
Sabe?
Me deu uma canseira de ver com pessoas que apenas "dizem ser que são", mas na verdade não chegam nem a metade disso...
Eu sei que não consigo mudar as pessoas, nem tenho mais nenhuma pretensão nesse sentido, apenas resolvi relaxar e se quero mudanças terei que eu mesma começar a mudar...
Então
Sai pra lá todo aquele que não valoriza o empenho em uma amizade!
Sai pra lá todo aquele que de tão míope, tem uma visão deturpada do próprio umbigo!
Sai pra lá todo aquele que se esconde na sua própria fraqueza, esperando compaixão e morrendo na sua inércia!
Sai pra lá todo aquele que dedica-se a parecer "alguém de bem" sem entender que não fazer o mal não significa fazer o bem!
Sai pra lá todo aquele que por mera preguiça prefere adotar o preconceito como forma de conceito e ainda defende essa ideia!
Sai pra lá todo aquele que por medo, prefere adotar um comportamento politicamente correto e enterra suas ideias, apenas para ser aceito!
Sai pra lá todo aquele que não pratica o que ecoa em suas palavras!

Minha energia não está mais direcionada para esse tipo de pessoa, e me sinto bem liberta com isso!
Sejam bem-vindos aqueles que são autênticos, que acreditam em si mesmos, que lutam por seus sonhos, que são ativos em suas ideias...
Vamos ser honestos como define o velho e bom Sócrates, lutando todo dia, para estarmos o mais próximo possível de nosso ideal de pessoa...
É isso ai!




quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Sobre a Felicidade


Todo mundo quer ser feliz, isso é óbvio.

Mas acredito que o grande erro é enxergar a felicidade como um objetivo final, apenas uma meta a ser alcançada. Pensem comigo: já não houve ocasiões onde você tinha um objetivo super definido, e ai batalhou tanto por ele, por algum tempo e, de repente, quando você atinge este objetivo, o "day after" fica um tanto quanto vazio, porque você se pergunta: e agora, o que eu vou fazer? Que objetivo vou buscar pra suprir o vazio deste que acabei de atingir?

A felicidade não pode ser apenas um objetivo a ser atingido e posteriormente superado.

Acredito que é um processo principalmente de auto conhecimento e de doação... mas não doação para os outros e sim, a nós mesmos.

Acumulamos ao longo da vida tantas e tantas expectativas, muitas delas frustradas - a maior parte delas - e aprendemos rapidamente a nos punir por isso, reduzindo a zero nossa estima por muitas vezes. Mas, essa é a ordem natural das coisas.

Vai haver mais erros que acertos. Isso acontece desde o processo de concepção até o de morte.

Mas o nosso foco continua no erro e essa visão do erro pura e simples nos faz aprender, muitas vezes... mas, na grande maioria das vezes nos faz ter medo.

E ai junta-se a expectativa, o erro e o medo como grandes montanhas que nos bloqueiam o caminho da felicidade...

essa felicidade que que a gente acha que é uma meta.

Mas a felicidade na verdade é o caminho que seguimos, com suas dificuldades, sua beleza, seus caprichos. Não há nada inatingível nisso... só existe e a gente não reconhece.

Quando falo que é um ato de doação, quero dizer que devemos nos dar oportunidades de vê-la a nossa frente e reconhecê-la. Oportunidades. Só isso.

Diga pra mim quem nunca, depois da morte de alguém querido, se lembrou de um momento e sorriu se sentindo bem... mas quando a pessoa estava lá, não passou de uma cena corriqueira.

Por que que a gente tem que passar pelo erro, pela dor para ver que lá atrás fomos um tanto felizes?

Vamos prestar atenção.

Não há mal nenhum em querer sempre. Mas não devemos ficar míopes olhando lá na frente em busca do "e foram felizes para sempre", ignorando momentos, pessoas e atos que já nos podem deixar felizes.

A gente tem dificuldade de ver as coisas simples.... a gente não acredita... prefere dar uma complicada básica para justificar porque a gente não vê. Quantas vezes a gente não faz isso?

Eu não estou passando pelo melhor momento de minha vida agora, mas não posso admitir que sou infeliz por isso. Existe toda uma bagagem minha e de pessoas queridas que sei que vai me ajudar nesse processo, nessa passagem, nesse momento. E se eu tenho isso, como posso encher a boca para falar que sou infeliz?

Volto a dizer aqui que a felicidade depende de nós mesmos, de como escolhemos ver as coisas. E nesse momento, eu escolho ver que sou feliz por ter a família que tenho, os amigos que tenho, a criação que tive, a eduacação que tive e que vão me ajudar, e muito, a rir de tudo isso depois.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Aff


Gente!
Hoje estou numa inquietação sem tamanho: quero ver gente, falar com gente, ir para lugares diferentes... aff
Esse lance de estar parada em casa (entre aspas porque estou a procurar emprego por aqui), me deixa doida... acho que estou virando "Amélia". Ai meu Jesus Cristinho!
Espero que nesse final de semana possa me deslocar um pouco mais... espirar um ar menos viciado enfim... espairecer um pouco!
Doida, doida doooida!

domingo, 24 de julho de 2011

Amigas!

Definitivamente, amigos não são iguais!
A gente gosta de um de um jeito diferente, mas o resultado é o mesmo: Eles sempre vão fazer uma diferença enorme na sua vida.
Ontem me encontrei com duas pessoas muito especiais: Valéria Nunes e Vivi Terenna.
A primeira com sua meiguice, pessoa totalmente do bem, faz a gente se sentir bem melhor por estar aqui nesse mundão de Deus.
A segunda não consegue, em hipótese nenhuma, deixar você sem rir, mas rir até doer mesmo!
Diferentes, mas super essenciais!
Adorei nosso cafezin, nosso papin...foi fantástico. Precisava disso mesmo.
Amo vocês meninas!


sexta-feira, 22 de julho de 2011

A dor é inevitável, o sofrimento opcional.


Hoje recebi esta mensagem em meu facebook e cheguei a postá-la em meu perfil.
Mas assim... cara eu estou em uma onda de sofrimento que não sei se optei por isso, e se optei, foi da forma mais inadvertida possível.
O fato é que não gosto de sofrer... ninguém gosta, e já perdi a conta de quantas vezes tive que engolir e regurgitar meus sentimentos que teimam em fazer doer meu peito.
Hoje tive uma conversa muito franca com uma das razões de meus sofrimentos.
Porra cara complicado em tentar entender que uma pessoa busca EXATAMENTE o que busco em um relacionamento, mas que isso não pode acontecer entre nós.
Eu não sou um monstro e me compadeço de sua dor, mas sinto uma dor filha da puta por ser tão impotente. Eu não acredito que este sofrimento todo possa ser uma opção minha.
Eu não quero sofrer.
Fato que eu consegui falar tudo o que jamais falei nem para o melhor dos meus amigos... mas isso me deixou mal ainda... porque eu tive noção, acho que maior de minha impotência diante de muitas coisas.
Eu pergunto a Deus até quando viver dessa forma?
Se tudo já não foi o suficiente?
Eu sinceramente peço para que algo de bom aconteça, pra que tudo isso vá embora... eu não quero mais sofrer pelo que não vivi. Eu quero enterrar muitas ideias e pensamentos e tudo de mais que eu puder enterrar, mas não quero mais ser isso, ter isso;
Na verdade, acredito que a única coisa que tenho é ausência. Ausência, ausência que me abraça de uma forma tão forte que me enfraquece, me desnorteia e grito deseperada para que tudo isso vá embora. EU NÃO QUERO MAIS!
Aos que me seguem eu peço perdão por minhas lamúrias.
Mas minha melhor amiga sou eu mesma e preciso ver o que penso em algum lugar.
Estou cansada de traçar planos B com minha vida.
E não quero perder o resto de que falta de minha fé.
Sofrimento não é opcional.
É intruso.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Anjos?

Estou pensando em dar valor às pequenas coisas.
Talvez hoje diante de tantos problemas, a gente se torna incapaz de sorrir, e assim também a gente acaba perdendo a paisagem do caminho porque está focado na chegada.
Tem sido esse um período de bastante introspecção, de tristeza mesmo.
Mas se eu colocar a mão na cabeça, pequenas coisas estão acontecendo:
Pude me aproximar de pessoas que há muito não falava. E isso é bom.
Pude conhecer novas pessoas que me fazem rir. E isso é bom.
Pude me aproximar de membros da minha família que não tinha um relacionamento muito estreito.
E isso é bom também.
Então devo pensar que nem tudo me foi tirado.
Devo pensar também que são pessoas assim que podem me ajudar a seguir o caminho com mais facilidade.
Existem pessoas que machucam a gente... e muito.
Mas existem muitos anjos por aí, escondendo suas asinhas, fantasiados de amigos.
É isso ai!
Ps.: WT, entendo sua dor e tenho a mais absoluta e inabalável certeza que tudo isso será superado e que você será muito feliz, viu? Ah, e obrigada por me fazer doer a barriga, de tanto rir hoje, viu?

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Marvada Carne.


Então a coisa se resume a pele?
Ah... vou tirar uma casquinha.
...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Livre


Ok. Chega de Luto!

Já que estou livre, então vamos curtir essa liberdade... Cansei um pouco de pensar nos outros, agora vou voltar a pensar em mim!

Vamos seguir a ideia do mestre Fernado Pessoa!

A liberdade é a possibilidade do isolamento.

És livre se podes afastar-te dos homens, sem que te obrigue a procurá-los a necessidade do dinheiro, ou a necessidade gregária, ou o amor, ou a glória, ou a curiosidade, que no silêncio e na solidão não podem ter alimento.

Se te é impossível viver só, nasceste escravo.

Podes ter todas as grandezas do espírito, todas da alma:

és um escravo nobre, ou um servo inteligente: não és livre.

E não está contigo a tragédia, porque a tragédia de nasceres assim não é contigo, mas do Destino para si somente.

Ai de ti, porém, se a opressão da vida, ela própria, te força a seres escravo.

Ai de ti, se, tendo nascido liberto, capaz de te bastares e de te separares, a penúria te força a conviveres.

Essa sim, é a tua tragédia, e a que trazes contigo.

Nascer liberto é a maior grandeza do homem, o que faz o ermitão humilde superior aos reis, e aos deuses mesmo, que se bastam pela força, mas não pelo desprezo dela.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Hoje...

Hoje ele me procurou.
Cheio de problemas e eu cheia de ouvidos.
Vamos ver.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A Uva Passa


Hoje fui visitar o meu grande amigo Diego, almoçar com ele. Como ele mora na zona norte de São Paulo e eu moro na zona sul, pode imaginar quanto tempo tive, até chegar a casa dele, para pensar. E por incrível que pareça, ao lembrar de um post anterior que havia colocado aqui... quando dizia que meu coração estava murcho. Então me veio na cabeça a imagem de uma uva passa. Dentro do metrô pude fazer diversas reflexões sobre a bichinha... eis algumas:

“Oi eu sou uma uva passa e embora eu não tenha uma aparência das melhores, no fundo no fundo sou um doce. Também sou super saudável e não consigo entender por que que todos preferem “me passar” em detrimento de qualquer outra coisa, como uma batatinha frita por exemplo, que faz mal ao coração. Sei que existem pessoas bem intencionadas, que tentam me inserir eu um contexto, misturando-me a outras coisas que são preferência da maioria, como arroz e farofa mas o final é o mesmo: sobro no prato. Existem determinadas épocas em que sou convidada a participar de ocasiões importantes e me esforço ao máximo para interagir com um peru, uma farofinha...pensando que talvez role alguma coisa, mas a história se repete: continuo sobrando no prato, indo para a lixeira e fazendo um caminho horroroso até o aterro sanitário. Bem, pelo menos tem gente bem intencionada, não é mesmo? Pior são aquelas pessoas que nos aceitam, em um belo pacotinho, nos colocam em um armário e nos fazem esperar por tempos, na esperança de nos querer um dia e o que acontece? Vamos do armário direto para a mal fadada lixeira, pois nosso prazo de validade venceu. E dá-lhe aterro sanitário. Ser uva passa não é fácil.” Eu, definitivamente, passo.

Ps: Diego, você é uma pessoa maravilhosa... bom saber que ainda posso contar com algumas pessoas e não me enganar sobre elas. Valeu a ajuda!

terça-feira, 5 de julho de 2011

Mãe Dinah, eu?


Tudo está acontecendo exatamente como previsto.
Repetição de um mesmo filme.
Shit!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Nossa!

Hoje a dor está física.
Foda.

domingo, 3 de julho de 2011

Obrigada!

Šimon Havel e Ícaro Kappel por tirarem sorrisos de mim hoje!

Blog

Neste momento, você é meu melhor amigo.
5 da manhã... tentarei dormir.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Senhoras e Senhores!


Estou voltando para São Paulo, pra casa!
Muitos desafios, futuro incerto... ou bem certo!
Mas estou bem feliz!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2010


Esta virada de ano passarei sozinha.
Mas passarei bem feliz! 2010 não foi bolinho não... muita coisa aconteceu, tudo mudou.
Tive muitas perdas, mas acredito que sempre é necessário estar embaixo, para iniciar uma subida.
Estou acreditando muito em 2011! Estou trabalhando em uma empresa decente, diferente e que já está, em tão pouco tempo me dando reais possibilidades de tranquilade, de sucesso.
Também teve a história do rompimento do meu namoro da forma mais cafajeste possível, mas que foi legal, porque definitivamente o Fenrir era uma pessoa que na minha vida não somava, apenas me puxava mais para baixo. Sim, eu digo isso porque só foi nós terminarmos para que as coisas começassem andar para mim rapidamente que até assusta!
Estou vendo um apartamento lindo, lindo de viver para morar (eu nunca morei em um tão bonito!), possuo agora a maior equipe de vendas da empresa (presente de natal), e acho que estou me acertando com a pessoa que mais marcou minha vida (vamos nos dar essa oportunidade?rs).
Enfim... a era das bruxas acabou! estou feliz pelo que poderá ser de 2011 e tenho certeza que será demais!
E a única promessa que faço pra mim mesma de final de ano é: no final do ano que vem curtir a virada em um lugar legal, diferente do lado de gente que eu amo.
É isso!
Um ótimo ano para todos!