terça-feira, 2 de junho de 2009

Acabou!!!

Tá vendo essa letrinha ai ao lado????

Nunca fiquei tão feliz em vê-la: Tirei A na minha Monografia!!!!

Acabou... nem acredito! Ufa! Alívio...

Feliz!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

...


Dia bosta.

Dia inteiro trabalhado.

Dia de um trabalho inteiro desabado

Dia inteiro de incertezas

De como será o amanhã.

Confesso meu medo de não sei bem o quê.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Cotas


Está rolando em Brasília e, creio que é do conhecimento de todos, o lance de cotas para negros e pardos, pra uma série de coisas, visando (como eles acreditam) garantir algum o lugar dos negros e pardos em diversos setores econômicos , culturais de saúde e etc...
Me perdoem a ignorância ao tratar desse assunto: não que ache que negros e pardos não mereçam seu lugar ao sol... ainda mais num país formado de gente mestiça. Mas é justamente esse lance de sermos todos mestiços que me assusta agora – temos que definir se somos negros, pardos, perante um órgão público para conseguirmos ter acesso a alguma coisa que deveria por princípio ser para todos em condições iguais.
Como assim?
Esse lance de cotas para a universidade, por exemplo: me assusta um governo pensar em simplesmente dar cotas ao invés de garantir uma educação de base que dê condições para todos disputarem de igual para igual por uma vaga na USP ou qualquer outra universidade de ponta. Eu tive a oportunidade de fazer um curso em uma universidade pública (UNESP), e pude perceber que a universidade engole e regurgita o cara que está lá e não possui base. O curso que fiz (Física) era pouco concorrido e portanto, várias pessoas entravam até o mês de abril, maio na universidade, porque sobravam vagas. Esse cara entrava sem saber o básico de álgebra elementar (tipo raiz de A mais raiz de B é diferente de raiz de A mais B). Aí começava o sofrimento: o cara era rechaçado pelos professores que só admitiam que feras estivessem ali – afinal aquilo era uma universidade pública. A coisa chegava no nível do insuportável até o infeliz resolver abandonar a faculdade. Na minha turma de 40 alunos, no final do primeiro ano chegou ao número de 28 e ao final do curso cerca de 10 pessoas se formaram no tempo mínimo necessário.
Penso que em boa parte das pessoas que terão oportunidade irão lutar como loucos para acompanhar o ritmo. Mas sem base a coisa fica bastante complicada. Enriquecerão as estatísticas de negros e pardos ingressando nas instituições públicas, e se sairão ou não, o governo arranjará uma outra maneira superficial de resolver o assunto.
Para mim isso tudo é tapar o Sol com uma peneira cheia de furos, por sinal. Acredito que um ser humano deseja ter acesso ao que lhe é de direito como uma boa educação, um bom atendimento médico, um bom trabalho simplesmente por fazer parte de um organismo maior que lhe impõe taxas, impostos e já que pagamos tanto, porque não temos aquilo que nos é de direito sem considerar se somos pretos, brancos, gordos, magros, etc?
Declarar no hospital que somos negros para termos uma garantia de atendimento, ao meu ver, viola o direito de qualquer ser humano ser atendido simplesmente porque está mal e precisa de cuidados médicos... é patético.
E o pior está nas entrelinhas de tudo isso: ao começarmos nos definir como negros, brancos, amarelos, verdes enfim, criamos condições para o despertar do ódio daqueles que por um motivo ou outro qualquer se sintam lesados com este estatuto.
O mundo é cheio de diferenças sim, temos obrigação moral de diminuí-las com trabalho e boa vontade. Temos que formar uma sociedade tolerante que aceite as diferenças de cada um, com o objetivo de formar um todo cada vez melhor. Não é taxando as pessoas pelo o que elas parecem ser; mas pelo que elas efetivamente são.
A propósito, sou filha de negro, nascida na periferia de São Paulo e tive acesso a duas boas Universidades do país, não por ter esse perfil social, mas porque decidi mudar meu destino. Não acredito que o governo tenha que ser paternalista com ninguém para alguém vencer. Basta dar aquilo que é obrigação de qualquer governo dar, para que vençamos pelos nossos próprios méritos.
É isso.

No Arrrrrr




Pessoas!

Estou fora do ar há algum tempo, sem internet em casa. Às vezes dá vontade de escrever tanta coisa e o laptop reinicia, reinicia, reinicia sem parar droga!

Nesse meio tempo aconteceram muitas coisas!

Meu aniversário passou (semana passada) vários amigos queridos em casa (amo todos vocês);

Essa crise que deixa a gente casa vez mais inseguro de que caminho traçar, como será o amanhã;

Minha mãe melhor da doença que a acometeu, está reagindo bem;

Meu relacionamento que dessa vez engrenou – parece que agora podemos conviver melhor com as nossas diferenças e assim nos curtir mais... e isso é muuuito bom!

O ingresso do show do Sisters of Mercy que já está na mão, prontinho para ser usado no dia 06 de junho! Eeeeeee!

Enfim... vamos tentar recuperar o tempo perdido, depois de tanto tempo sem aparecer por aqui.

Beijos para todos!



PS : Zod, obrigada pela visita!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Noia de Monografia

A Globalização trouxe um novo contexto mundial, que atingiu profundamente toda a dinâmica das organizações, fazendo-as buscar meios de estarem aptas a enfrentar todos os desafios advindos deste novo cenário. No Brasil estas aberturas de mercado, juntamente com a estabilização da moeda nacional, cada vez mais consumidores puderam ter acesso aos produtos portáteis de tecnologia; produtos esses produzidos em quase sua totalidade, na China. Os grandes varejistas foram responsáveis pela democratização destes itens para a população do país, e em pouco tempo estes consumidores passaram a exigir cada vez mais novidades tecnológicas resultando em uma demanda altamente volátil para os produtos eletrônicos portáteis. Da necessidade das empresas importadoras de produtos eletrônicos portáteis criarem processos para atender a esta demanda, os métodos de previsão de vendas destacam-se como uma importante ferramenta de manutenção da competitividade nessas organizações, juntamente com demais processos como o B2B e o B2C, que auxiliem na obtenção de dados que orientem para uma projeção de estoques futuros que atendam a demanda do mercado consumidor. Diante deste cenário, foi levantado o seguinte problema de pesquisa: Como formar estoques que atendam a demanda dinâmica varejista, considerando os prazos necessários para o desenvolvimento, produção e transporte dos produtos? O presente trabalho procurou levantar quais processos comerciais dentro de uma empresa importadora de produtos eletrônicos portáteis poderiam contribuir para a formação da previsão de vendas, propiciando assim, um atendimento eficaz da demanda do mercado consumidor destes produtos. A obtenção de dados colhidos em campo comparados com o levantamento teórico do presente trabalho teve como resultado que um relacionamento sólido de parceria entre fornecedores e varejistas tem um papel fundamental na formação de estoques futuros e que em alguns casos, estes varejistas podem estreitar a distância entre os fornecedores em questão e o consumidor final, diminuindo assim o risco de equívocos no desenvolvimento de produtos e do aumento dos custos de estocagem.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Coraline


Dei uma olhadinha na internet e achei a boneca da Coraline.
Olha que lindinha a do meio! Ja escolhi meu presente de aniversario para mim mesma!

domingo, 8 de março de 2009

Hipocrisia


"A cúpula do Vaticano voltou a defender a excomunhão dos médicos que realizaram um aborto de gêmeos em uma menina de 9 anos, que havia sido estuprada pelo padrasto em Pernambuco. O argumento: "Os gêmeos eram inocentes".O jornal italiano "La Stampa" publicou ontem declarações do presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina, cardeal Giovanni Battista Re. Para ele, a excomunhão dos médicos foi "justa", mesmo que a interrupção da gravidez tenha sido feita dentro da lei (que permite o aborto em caso de estupro e risco de morte da mãe). A mãe da menina, que autorizou o aborto, também foi excomungada publicamente pela Igreja.

Quando o caso da menina veio a público, o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, declarou que as pessoas envolvidas no aborto cometeram pecado grave e seriam punidas com a excomunhão, a penalidade máxima prevista pela Igreja Católica. Na avaliação do cardeal Battista Re, a interrupção voluntária da gravidez "representa sempre o assassinato de uma vida inocente e, para o código do Direito Canônico, quem pratica ou colabora diretamente com o aborto cai na excomunhão". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo."

Eu sou ignorante com relação ao código do Direito Canônico...  mas, vendo esta matéria, perguntas sempre me vem a cabeça:

- Ok, mantém-se a gravidez, mesmo que a menina não tenha condições anatômicas para a manutenção da gravidez, ou seja, a menina deve morrer em detrimento da vida dos bebês, não estaríamos condenando a vida de outra criança inocente?

- No caso de um milagre em que todos sobrevivessem, qual seria o posicionamento da igreja com relação a educação e formação dessas 3 crianças – mãe e bebês?

- A igreja também excomungaria todos aqueles que se aproveitassem dessas crianças, ou melhor, faria algo de concreto para manter estas crianças seguras de todo e qualquer abuso?

Não sei, mas deve haver algo de mais concreto que uma das instituições mais ricas do mundo poderia fazer para proteger estas crianças do que uma simples excomunhão... na verdade hoje, acho que a maioria das pessoas “cagam e andam” para isso. Ainda mais em tempos que o catolicismo está perdendo vários adeptos continuamente há anos... alguém precisa avisar esse papa inquisidor que a Idade Média acabou...