Tá vendo essa letrinha ai ao lado????Nunca fiquei tão feliz em vê-la: Tirei A na minha Monografia!!!!
Acabou... nem acredito! Ufa! Alívio...
Feliz!
Espaço para o que penso


A Globalização trouxe um novo contexto mundial, que atingiu profundamente toda a dinâmica das organizações, fazendo-as buscar meios de estarem aptas a enfrentar todos os desafios advindos deste novo cenário. No Brasil estas aberturas de mercado, juntamente com a estabilização da moeda nacional, cada vez mais consumidores puderam ter acesso aos produtos portáteis de tecnologia; produtos esses produzidos em quase sua totalidade, na China. Os grandes varejistas foram responsáveis pela democratização destes itens para a população do país, e em pouco tempo estes consumidores passaram a exigir cada vez mais novidades tecnológicas resultando em uma demanda altamente volátil para os produtos eletrônicos portáteis. Da necessidade das empresas importadoras de produtos eletrônicos portáteis criarem processos para atender a esta demanda, os métodos de previsão de vendas destacam-se como uma importante ferramenta de manutenção da competitividade nessas organizações, juntamente com demais processos como o B2B e o B2C, que auxiliem na obtenção de dados que orientem para uma projeção de estoques futuros que atendam a demanda do mercado consumidor. Diante deste cenário, foi levantado o seguinte problema de pesquisa: Como formar estoques que atendam a demanda dinâmica varejista, considerando os prazos necessários para o desenvolvimento, produção e transporte dos produtos? O presente trabalho procurou levantar quais processos comerciais dentro de uma empresa importadora de produtos eletrônicos portáteis poderiam contribuir para a formação da previsão de vendas, propiciando assim, um atendimento eficaz da demanda do mercado consumidor destes produtos. A obtenção de dados colhidos em campo comparados com o levantamento teórico do presente trabalho teve como resultado que um relacionamento sólido de parceria entre fornecedores e varejistas tem um papel fundamental na formação de estoques futuros e que em alguns casos, estes varejistas podem estreitar a distância entre os fornecedores em questão e o consumidor final, diminuindo assim o risco de equívocos no desenvolvimento de produtos e do aumento dos custos de estocagem.

"A cúpula do Vaticano voltou a defender a excomunhão dos médicos que realizaram um aborto de gêmeos em uma menina de 9 anos, que havia sido estuprada pelo padrasto em Pernambuco. O argumento: "Os gêmeos eram inocentes".O jornal italiano "La Stampa" publicou ontem declarações do presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina, cardeal Giovanni Battista Re. Para ele, a excomunhão dos médicos foi "justa", mesmo que a interrupção da gravidez tenha sido feita dentro da lei (que permite o aborto em caso de estupro e risco de morte da mãe). A mãe da menina, que autorizou o aborto, também foi excomungada publicamente pela Igreja.
Quando o caso da menina veio a público, o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, declarou que as pessoas envolvidas no aborto cometeram pecado grave e seriam punidas com a excomunhão, a penalidade máxima prevista pela Igreja Católica. Na avaliação do cardeal Battista Re, a interrupção voluntária da gravidez "representa sempre o assassinato de uma vida inocente e, para o código do Direito Canônico, quem pratica ou colabora diretamente com o aborto cai na excomunhão". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo."
Eu sou ignorante com relação ao código do Direito Canônico... mas, vendo esta matéria, perguntas sempre me vem a cabeça:
- Ok, mantém-se a gravidez, mesmo que a menina não tenha condições anatômicas para a manutenção da gravidez, ou seja, a menina deve morrer em detrimento da vida dos bebês, não estaríamos condenando a vida de outra criança inocente?
- No caso de um milagre em que todos sobrevivessem, qual seria o posicionamento da igreja com relação a educação e formação dessas 3 crianças – mãe e bebês?
- A igreja também excomungaria todos aqueles que se aproveitassem dessas crianças, ou melhor, faria algo de concreto para manter estas crianças seguras de todo e qualquer abuso?
Não sei, mas deve haver algo de mais concreto que uma das instituições mais ricas do mundo poderia fazer para proteger estas crianças do que uma simples excomunhão... na verdade hoje, acho que a maioria das pessoas “cagam e andam” para isso. Ainda mais em tempos que o catolicismo está perdendo vários adeptos continuamente há anos... alguém precisa avisar esse papa inquisidor que a Idade Média acabou...